A Nissan anunciou mudanças estratégicas em suas operações industriais na América Latina como parte das medidas de transformação global divulgadas em fevereiro de 2025. A iniciativa visa aprimorar a competitividade da marca na região, tornando o negócio mais ágil e capaz de responder rapidamente às demandas do mercado.
“A América Latina é uma região-chave para os negócios da Nissan, representando 15% das vendas globais da marca e 25% da produção mundial. Em 2024, a Nissan América Latina comercializou 426 mil unidades, um crescimento de 6% em relação a 2023, e seguimos focados no crescimento de longo prazo”, afirmou Guy Rodríguez, presidente da Nissan América Latina.
Como parte desse processo, a Nissan consolidará a produção das picapes Frontier/Navara em um único polo industrial. A partir de janeiro de 2026, a fabricação, atualmente dividida entre México e Argentina, será centralizada na planta de CIVAC, em Morelos, no México.
A unidade, que opera duas linhas de produção, destinará a Linha 2 exclusivamente à manufatura de picapes, enquanto a Linha 1, anteriormente utilizada para um volume temporário de veículos de passeio, encerrará essa atividade no último trimestre de 2025, após superar em 30% a meta inicial do projeto.
Na Argentina, a Nissan concentrará esforços em suas operações comerciais, fortalecendo a rede de concessionárias e aprimorando a experiência do cliente. A empresa reforça seu compromisso com o mercado local, garantindo suporte contínuo e a oferta de novos modelos da marca.
A reorganização também abrange as fábricas de Aguascalientes (A1, A2 e Powertrain) e a unidade CIVAC C2, no México, além do complexo industrial de Resende, no Brasil, onde dois novos SUVs serão lançados em breve. Essas cinco unidades seguirão operando normalmente, mantendo os padrões de qualidade reconhecidos nos mercados da América Latina e nos 70 países que recebem veículos exportados da região.
Com essa reestruturação, a Nissan busca fortalecer sua competitividade e capacidade de adaptação a um cenário global em constante transformação.
Alguém quer apostar que vai chegar um energúmeno da V12 BSB e outro de Aju falando que é "efeito Amarok"?
ResponderExcluirkkkkk
Clararamente decorrente do sucesso da Amarok na Argentina e no Brasil. Colocou a Frontier em putrefação mercadológica.
ResponderExcluirAH, NUM VIAJA!!!
ExcluirCarlos poderia nos explicar que é essa putrefação mercadológica.
ExcluirEm breve a mesmíssima coisa vai acontecer com a Bombarok
ResponderExcluirPostar um comentário
Comentários que contenham palavras de baixo calão (palavrões),conteúdo ofensivo, racista ou homofóbico serão apagados sem prévio aviso.